Um breve dia, o poema perdia. O poema despediria e diria: este ano começa a pandemia. Sair na rua, o poema cantaria, só com máscara, por favor. O editor faz canções, o músico edita livros. E nesta toada ainda leio os vivos. Como agora nesta tarde de quinta, faço um sambinha com caixa de fósforo,... Continuar Lendo →