Através de um caminho íntimo, o livro ‘Serenas’ traz o ato poético da liberdade

Comentário de Fernando Andrade a respeito do livro “Serenas”, da autora Daiana Pasquim.

Caminhar é um ato poético. Como  andamos, logo, existimos. Mas poetar é um caminho sereno e não secreto, pois a literatura (a poesia) traz correntes e leitores, a paz de espírito. Daiana Pasquim cria versos como cânticos que sopram feito brisa de vento. Afetos: ela traça o religar, a comunhão com a elevação do humor, da serenidade das palavras. Passeios, trilhas,  pegadas, versos que conduzem o leitor ao mistério da condução, ao terreno para o etéreo. Há uma falsa noção de fugacidade,  porque, das palavras, a poeta simboliza os medos, os receios. Alteridade é alcançar a fantasia pelo amor à palavra. “Serenas”, pé descalço na areia do mar, que puxa e traz de volta: saudades.

Compre o livro!

 

Fernando Andrade, crítico literário.
Autor, entre outros, do livro Obras são fonemas.

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