“Gestos do nada”, livro que enaltece o processo criativo da palavra em signos poéticos

Certa vez, um poeta me perguntou o que eu fazia naquele momento. Eu fiz uma ação: nada.  Estava escrevendo sobre o ato de criar (a palavra branca me parece uma página virgem). Estava pronto a nadificar meu discurso criativo.  Ao ler o novo livro de Geovane Fernandes Monteiro, Gestos do nada (Litteralux,2026) —  uma delícia de paradoxo poético — ... Continuar Lendo →

“Boa moça” traz poemas que são um manifesto inconformista à doutrina nada católica do puro on-the-rocks (masculino)

Na década de 70, tivemos a canção de protesto, guitarras sendo quebradas em pleno show-ditadura. Neste modesto 2026, leio inúmeros poemas nada clandestinos, manifestos em som e tom inconformista. Alegria ferina, dedo na ferida, o joio separado do trigo, mas a semente não deu para florir no jardim. “Boa moça” (Litteralux) é uma obra que não vai cogitar,... Continuar Lendo →

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