“Gestos do nada”, livro que enaltece o processo criativo da palavra em signos poéticos

Certa vez, um poeta me perguntou o que eu fazia naquele momento. Eu fiz uma ação: nada.  Estava escrevendo sobre o ato de criar (a palavra branca me parece uma página virgem). Estava pronto a nadificar meu discurso criativo.  Ao ler o novo livro de Geovane Martins, Gestos do nada (Litteralux,2026) —  uma delícia de paradoxo poético —  veio-me... Continuar Lendo →

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