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  • Uma ótica sobre o Brasil de 2021

    Uma ótica sobre o Brasil de 2021

    Autora residente em Paris lança livro de poemas que revisitam duros momentos e promovem a redescoberta de um país revisto

    Mazé Torquato Chotil é uma autora brasileira que reside em Paris há muitos anos. Em sua trajetória como escritora conta com 12 publicações. Neste ano, eis que uma nova obra vem se somar às demais. Trata-se do livro “Jornal de bordo: Brasil de 2021”, cujo lançamento deve acontecer em abril, quando a autora regressa ao país para reencontrar amigos, familiares e leitores.

    A obra em questão é marcada pela intensidade de um olhar expatriado, um desfilar de versos que relembram o leitor de todos os horrores e dificuldades do segundo ano de pandemia, mas também lançam nova luz sobre a nossa brasilidade, uma releitura da realidade brasileira por quem tem a chance de olhar o país de fora.

    “Uma das propostas do meu livro”, diz a autora, “é essa de ver o Brasil após a pandemia. Uma viagem de redescoberta do país dois anos depois da minha última estadia”.

    Mazé expõe por meio de sua poesia vários sentimentos, escreve sobre seus encontros e redescobertas diante do país onde nasceu e cresceu. “Eu vejo um Brasil múltiplo”, ela continua, “com seus pontos positivos e negativos. Um país visto por olhos ‘novos’, com suas contradições e possibilidades”, finaliza.

    No texto de orelha, o escritor Rafael Belo assim apresenta o livro: “Olhar o olhar de Mazé é assistir um filme real. Ao vivo de tudo que passamos sem passar panos ou amenizar.  […] Neste reflexos e reflexões, as partidas ainda doem […] Saber da morte, ouvir a morte e o restante, tudo de longe, distante para evitar o contágio, parece, ainda hoje, fazer o oposto. […] É neste encontro diário que somos abordados a bordo e bordados no ponto mais extremo dos lugares, deixando que cada um de nós sinta frio. Frio na barriga, na pele da decisão… Nada vai esquentar se não deixarmos o sol entrar em ação diante da nossa paralisia, é hora da terapia, sentar e sair desta orelha de livro para entrar de vez neste Jornal de bordo.”

    O livro é mais um lançamento da Penalux e já está disponível em pré-venda no site da editora.

    SERVIÇO

    “Jornal de Bordo: Brasil de 2021”, poesia (2023) – Mazé Torquato Chotil. R$ 42.

    Link para compra:
    https://www.editorapenalux.com.br/loja/jornal-de-bordo

    SOBRE A AUTORA

    Mazé Torquato Chotil é jornalista e escritora, nascida em Glória de Dourados-MS morou em Osasco-SP por mais de 10 anos e vive em Paris desde 1985, onde desenvolve atividades culturais. Doutora em ciências da informação e da comunicação (Paris VIII) e pós-doutora (EHESS). Tem 12 livros publicados (cinco em francês), dentre esses, destacam-se “Na sombra do ipê”; “Nascentes vivas para os povos Guarani, Kaiowá e Terena”; “Na rota de traficantes de obras de arte”; “Maria D’Apparecida: negroluminosa voz”; “José Ibrahim: O líder da grande greve que afrontou a ditadura”; “Lembranças do sítio” e “Lembranças da Vila”.

  • Penalux completa 10 anos e objetiva ultrapassar 1500 títulos publicados em 2023 com chamada aberta de originais

    Penalux completa 10 anos e objetiva ultrapassar 1500 títulos publicados em 2023 com chamada aberta de originais

    Atuando fortemente com autores nacionais, editora abre chamada para originais a serem publicados em 2023; a editora está perto de fechar este ano com 150 obras publicadas

    [Assessoria: com.tato]

    Consolidando sua atuação no cenário independente do mercado editorial, a editora Penalux completa 10 anos no mercado com o objetivo de ultrapassar, em 2023, 1500 títulos publicados. Até o final de 2022, a ideia é atingir 150 obras publicadas no ano. Para isso, uma chamada de originais foi aberta pela casa editorial, que se diferencia tanto pelo atendimento direto entre editores e autores quanto pela divulgação, em boa parte por conta de suas redes sociais, que somam mais de 300 mil seguidores.

     

    Maria Valéria Rezende [foto: Edson Matos]

    TRAJETÓRIA

    A Penalux surgiu em 2012 com a proposta inicial de investir em novos autores nacionais. Nesta trajetória, a editora conquistou uma excelente performance nos principais prêmios literários do país, como o Oceanos e o Jabuti —  por quatro anos seguidos (2018, 2019, 2020, 2021) contou com títulos seus entre os semifinalistas e finalistas. Entre os nomes publicados pela casa, estão a escritora Maria Valéria Rezende, dos poetas Antonio Carlos Secchin e Antonio Ciero, e do escritor Ricardo Ramos Filho, neto de Graciliano Ramos.

    Autores estreantes aos mais experientes compõem a história da Penalux, tocada pelos editores e escritores Tonho França e Wilson Gorj. Seu catálogo é considerado um dos mais promissores e respeitados no cenário independente do mercado editorial. Entre os principais títulos que saíram ainda em 2022, estão os livros de poemas “Maví”, do imortal da Associação Brasileira de Letras Marco Lucchesi; “Vozes de mulher – Embates e contrastes”, de Marília Marcucci, obra selecionada pelo Edital ProAc/SP de 2022;  e “Tubos de ensaio”, do poeta Igor Fagundes, vencedor do Prêmio Ferreira Gullar 2022 promovido pela União Brasileira de Escritores (UBE) do Rio de Janeiro.

    NACIONAIS E EM ESTRANGEIROS

    Entre os títulos nacionais em destaque na história da Penalux,”A face serena”, coletânea de contos da escritora premiada Maria Valéria Rezende (livro finalista do Prêmio Jabuti 2018), “Embaixo das unhas”, do escritor Vitor Camargo de Melo (obra vencedora do International Latino Book Awards de 2022 como Melhor Livro de Ficção), e “Apenas por nós choramos”, coletânea poética da autora Anna Mariano (vencedor, em 2020, dos três principais prêmios da região Sul: Açorianos, Ages e Minuano).

    “Embaixo das unhas”, romance premiado

    A Penalux também publicou títulos de vencedores do prêmio Cidade de Manaus (como “Tocaia do Norte”, romance da escritora Sandra Godinho; “Alguma certeza”, do poeta Nathan Sousa, e  “Zona de sombra”, do contista Daniel Amorim), além de ter seus títulos figurando como vencedores dos prêmios literários promovidos pela UBE/RJ.

    “O grande deus Pã”, clássico de Arthur Machen

    Desde 2015 a editora investe também na tradução e publicação de clássicos desconhecidos (ou esquecidos) do público brasileiro — como os romances “Os papéis de Aspern”, de Henry James, “O grande deus Pã”, de Arthur Machen, e “Ethan Frome”, romance de Edith Warthon, “Mil Mortes”, coletânea de contos de Jack London, e “O mar não está mais”, coletânea do poeta croata Drago Štambuk  —, bem como na publicação de literatura estrangeira contemporânea, como o livro de contos “O homem que plantava aves”, do angola Gociante Patissa, e os livros de poesia “Remorsos para um cordeiro branco”, da cubana Reina María Rodríguez, e “A alma dança em seu berço”, do dinamarquês Niels Hav.

    A HORA E A VEZ DA PUBLICAÇÃO

    A editora está com chamada aberta para envio de originais, com preferência a romances, crônicas, poesia e contos. As obras selecionadas serão publicadas ainda no primeiro semestre de 2023. Originalidade, inventividade, propriedade e certo domínio sobre a arte de escrever são os principais critérios de avaliação para a avaliação dos originais. O contato para envio é via e-mail (originais@editorapenalux.com.br e penaluxeditora@gmail.com). Em resposta, a editora mandará um documento explicando seu modelo de publicação.  O prazo de envio termina em dezembro de 2022.

    OS SELOS

    A editora possui cinco selos: o Lustre, dedicado a trabalho acadêmicos relacionados à literatura (biografia de autores, ensaios, pesquisas, teses, etc); o Castiçal, dedicado a trabalhos ficcionais em prosa: contos, crônicas, romance; o Microlux, voltado para micronarrativas; o Candeeiro, dedicado à poesia; o Lampejos, para autores estreantes e livros de autores em formação; e o Auroras, voltado exclusivamente a mulheres e comandado pela escritora e editora Dani Costa Russo.

    Selo dedicado exclusivamente à publicação de mulheres

  • Vidas entrelaçadas por uma camiseta

    Vidas entrelaçadas por uma camiseta

    Você já parou para pensar que uma simples camiseta pode circular pela vida de diversas pessoas, por obra do acaso ou por meio de pequenos gestos, e unir suas histórias particulares, sonhos, dificuldades e frustrações? Pois bem, esse é o fio condutor do lírico e poético livro Vidas entrelaçadas, de Raul Marques.

    Editada pela Penalux, a obra tem apresentação do escritor e crítico literário Sérgio Tavares (Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2010), texto de quarta capa de Mailson Furtado (Vencedor de dois prêmios Jabuti em 2018) e ilustrações de Isabela Sancho (ilustradora, escritora e psicanalista).

    “Intenso, fascinante e sensível, Vidas entrelaçadas irá envolver o leitor e conduzi-lo por personalidades e narrativas brasileiras”, afirmam seus editores, Wilson Gorj e Tonho França. “Um livro que fascina ao mesmo tempo que instiga um pensamento crítico, dotado de uma inventividade e rigor técnico reservados somente aos escritores que têm o controle pleno de sua arte”, escreveu Tavares.

    “Raul Marques entrelaça vidas em crônicas mergulhadas em trivialidades a rasurarem o cotidiano”, escreve Mailson Furtado.  “Vidas tão pouco vistas, guardadas nas entrelinhas dos dias, tão distantes e tão próximas de todos(as) nós. Em inscrições em carne viva, Raul destila poesia numa voz prosaica em versos lotados de sutilezas, simultaneamente abraçando e sendo alheio às extra e infraordinariedades desse contemporâneo fluído e em embaço que nos traduz, através de rascunhos biográficos de/em não dizeres, moldando vias de uma cartografia de um hoje-sempre”.

    APRESENTAÇÃO | Sérgio Tavares

    “Mundo mundo vasto mundo/ se eu me chamasse Carlos/ não seria uma rima, seria uma inspiração”, parece nos provocar Raul Marques nestas vidas entrelaçadas que evocam a quadrilha de Drummond. Tal qual nos versos do poeta itabirense, em que João amava Tereza que amava Raimundo, o engenho poético se constitui de um concêntrico movimento através do qual a associação das partes conecta a multiplicidade na unidade. São como peças de um puzzle volúvel que trazem as histórias de Maria, Ana, Antônio e Francisco, entre outros personagens de um cotidiano de durezas, num encaixe de situações e componentes líricos, narrativos e dramáticos, variando de tom conforme as características do relato, numa aliança conduzida por um elemento-chave. Trata-se da articulação criativa da sintaxe e da forma, na qual as experiências variadas da natureza humana operam para descortinar existências divergentes ou contrastantes que conduzem a ressonância dos fatos na alma, capturando retratos aparentemente aleatórios, mas que oferecem uma lógica interna, uma coerência no conjunto. Cabe então, ao leitor prestes a adentrar essas páginas, encontrar os pontos de convergência no trilho sinuoso das vivências dessas pessoas comuns que repercutem seus mundos internos pelas tensões do ambiente social. Um livro que fascina ao mesmo tempo que instiga um pensamento crítico, dotado de uma inventividade e rigor técnico reservados somente aos escritores que têm o controle pleno de sua arte.

    LANÇAMENTO

    A obra vai ser lançada no dia 26 de novembro, na Casa das Flores, das 9h às 11h. O espaço fica na Rua Dr. Raul Silva, 122, Vila Redentora, São José do Rio Preto.

    SERVIÇO

    “Vidas entrelaçadas”, poesia – Raul Marques (Penalux, 2022); 92 p.; R$44.

    Onde comprar: www.editorapenalux.com.br/loja/vidas-entrelacadas

    Disponível também pela Amazon.

    O AUTOR

     Raul Marques nasceu em São Paulo, na primavera de 1980, e vive com a família em São José do Rio Preto (SP). É jornalista e escritor. Autor de biografias, textos poéticos, obras empresariais e histórias infantojuvenis, área com maior número de publicações, como o livro O caminho da escola (Aletria, 2021). Visitou o Haiti para produzir uma reportagem e escreve sobre refúgio, deslocamento e mudança forçada. É pai da Isabela e do João Pedro.

    Contatos:

    @raulmarquesescritor | www.raulmarqueescritor.com.br

    raul.marques@yahoo.com.br

    17 99621-4648

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